Prefeitura diz que faltam catadores
A Prefeitura de Maringá informou, por
meio da assessoria de imprensa, que “tem dado muito apoio às
cooperativas e aos cooperados”.
Segundo a nota, “a prefeitura disponibiliza três caminhões e fornece
óleo diesel para mais um veículo de cargas de uma das cooperativas.
Mesmo assim as cooperativas não possuem pessoal suficiente para fazer a
coleta dentro do necessário. Aumentar o número de caminhões vai esbarrar
na falta de cooperados para viabilizar a coleta. Além disso, a
prefeitura cede espaço físico e paga as despesas como energia e água da
maioria das cooperativas”.
Sobre a lei de autoria do vereador Humberto Henrique (PT), aprovada em
março deste ano, a posição da Prefeitura é de que ela é
inconstitucional. “A prefeitura é proibida de dar ajuda financeira às
cooperativas e cooperados, como proposto. Além disso, a prefeitura já dá
total apoio às cooperativas, pagando as faturas de energia e água e
fornecendo espaço para os cooperados trabalhar”, diz a nota.
A assessoria de imprensa informou ainda que “não existe intenção de
cortar esse benefício concedido às cooperativas, ou mesmo acabar com a
coleta seletiva”.
A nota termina reconhecendo que a coleta seletiva é uma alternativa para
a destinação do lixo no município, “mas que depende de outros fatores
que envolvem, por exemplo, o tratamento buscado pela administração. Por
isso, a prefeitura tem dado todo apoio possível às cooperativas, que
poderiam se unir para obterem melhores resultados”.
A administração municipal informou também que a Usina de Reciclagem, que
abriga atualmente duas cooperativas, “poderia operar com até 70 pessoas
na esteira de separação. No entanto, a usina opera com uma média de 15 a
20 pessoas por falta de entendimento entre as cooperativas de reciclagem
que atuam no local”.
Fonte: O Diário do Norte do Paraná |
 



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